Life is a heavy lie; no wonder it is so short. Falls like a rock, once it reaches its highest point.
When down, the strongest pick it up. For again to be thrown into the never ending sky. Only to fall again, until so strong comes a man that throws it farther than man can go.
That's when Life loses its role and Death robs the scene. But, ah, how many spectators wish not to see death in play? Little they know about Death's wonderful acting!
Fear not, for if Life is brief fear only makes it briefer. Accept, the character of Death. And live to see the end of time and history.
Thursday, May 13, 2010
Monday, May 10, 2010
Loyal Storm Rider
Unhappy is the loyal
if he happens to discover
what unloyalty is
Unreasonable reason
Incapacity to accept
Nature, destiny, power
A roof, dry floor and brick wall
All provided to an for the one
who always surrenders
and still loves
in the midst of the storm
if he happens to discover
what unloyalty is
Unreasonable reason
Incapacity to accept
Nature, destiny, power
A roof, dry floor and brick wall
All provided to an for the one
who always surrenders
and still loves
in the midst of the storm
Sunday, May 9, 2010
Artificial Nature
Crows and dragonfly's
Acid rain and pink flowers
Concrete houses and mountains
From the wooden veranda
the greatest art is observed
by the minor artists
whose intention is to be
as the great creator
which only flows
in a river of emotions and feelings
With no intention
but that of expression;
of self discovery
and self reflection
Acid rain and pink flowers
Concrete houses and mountains
From the wooden veranda
the greatest art is observed
by the minor artists
whose intention is to be
as the great creator
which only flows
in a river of emotions and feelings
With no intention
but that of expression;
of self discovery
and self reflection
Grandpa Hitler
I have done everything. I killed people; had sex with animals; smoked everything that burns. And I did all of this for nothing. For pure pleasure. I did everything for nothing because nothing is the only thing that lasts. Everything, but nothing, goes away. Why would I do something for something else if eventually both of the would be gone? Nothing is what matters, nothing is what stays. And it is to nothing that I pray. When I was a kid I was like every kid, doing stupid things for stupid reasons and that is why I give you alcohol without the acknowledgment of your mother. Your mother gives you too many reasons. She only gives me work to clean out all the garbage she feeds you. But ah, it doesn't really matter, does it? Because I know how you like that garbage and how you go after it even when your mother is not around. Thank God you don't live with me or you would die of cirrhosis, you pest!
Friday, May 7, 2010
Ser ou nao ser? Eis, ...que ser!
Nao esqueca de esquecer
So assim pra acontecer
Do jeito que era
Nao-esperado
Uma doce surpresa
Voce encantado
E nao
Ao encantamento
Trabalhando
Agindo
Contra as forcas da Terra
Contra as forcas do vento
Deixa-se levar, siga o movimento
Deixa-se encantar
Encantar
Cantar
Estar
Nao vira magica
Sem esquecimento
Aonde estou
Quem sou eu
Porque aqui
Caqui, tche?
So assim pra acontecer
Do jeito que era
Nao-esperado
Uma doce surpresa
Voce encantado
E nao
Ao encantamento
Trabalhando
Agindo
Contra as forcas da Terra
Contra as forcas do vento
Deixa-se levar, siga o movimento
Deixa-se encantar
Encantar
Cantar
Estar
Nao vira magica
Sem esquecimento
Aonde estou
Quem sou eu
Porque aqui
Caqui, tche?
Shiny Green Bug
I feel so blessed
I look around
Above,
Big icy mountains
Bellow,
Opaque grayness
Of city crumbles
Devoid of meaning
I look down
To my bare feet
Touching the bare ground
What I see
Is a little shiny green bug
Resting on one of my toes
And after three seconds of looking
Off it goes
To the big world of green
Where forever will live
The enemies and ghouls
I look around
Above,
Big icy mountains
Bellow,
Opaque grayness
Of city crumbles
Devoid of meaning
I look down
To my bare feet
Touching the bare ground
What I see
Is a little shiny green bug
Resting on one of my toes
And after three seconds of looking
Off it goes
To the big world of green
Where forever will live
The enemies and ghouls
Black Dog
Black Dog
Black Dog
Loud you bark
Fast you run
Eat your rice
Drink your water
Don't forget
To keep me safe
I will give you cookies
I will let you go to the bathroom
Just don't forget
To keep me safe
Black Dog
Loud you bark
Fast you run
Eat your rice
Drink your water
Don't forget
To keep me safe
I will give you cookies
I will let you go to the bathroom
Just don't forget
To keep me safe
Doenca Mental
Vamos analisar essa curiosa expressao. Comecemos pelo comeco das duas palavras integrantes do conceito. D e M. Usando como base o alfabeto portugues, o sistema decimal de numeracao, o calendario gregoriano e o conhecimento basico sobre os elementos, chegamos a conclusao de que a primeira das letras sugere a forca da agua em passividade ativa. Atraves da mesma tecnica observamos que a letra M eh representante do Ar, tambem em seu momento de passividade ativa.
Passividade ativa significa potencialidade de acao. Concluimos a partir disso que se trata de uma condicao infecciosa (senao contagiosa), onde suas propriedades fundamentais sao apenas potenciais ou um bom solo sem sementes. Para que venha a ser ativa necessita de um agente externo, um virus, uma bacteria, cancer ou congestionamento de arterias. Alguma coisa que cause o desequilibrio do sistema.
Subemos (ou descamos) um degrau, para a fonetica. DO - ENCA. DO do verbo dar. Eu do, ele Da. ENCA, pronome demonstrativo, enca doenca eh contagiosa. Doenca, atraves da analise fonetica, nos apresenta a sua natureza como sendo compassiva, compartilhadora, incapaz de existir por ela mesma gracas ao proposito de servir o outro.
MEN - TAL. Atraves da perspectiva americo-cientifica entendemos a palavra como "Homens Altos". Porem nao se engane como os cientistas americanos se enganam. As coisas nao sao tao simples quanto aparentam ser.
Voltando a nossa propria perspectiva. MEN, juncao de eu + meu, pronome demonstrativo, este presente foi dado a men. Tambem pode ser observado como metade de uma expressao exclamatoria, produto de surpresa e causa de atencao. Menino!
TAL, derivado do verbo estar. Eu estou pasmo, voce tal bem? Origem do chines com o significado de "caminho", introduzido na perspectiva americo-cientifica como "voce" e posteriormente re-introduzido como "aquilo".
Temos agora uma boa ideia das propriedades (in)formativas da doenca mental. Agregando os fatores chegamos ao seguinte: A doenca mental eh condicao dependente de um doador e um receptor. Este doador sendo Alto ou significante, encaminhador da condicao. O receptor eh aquele que esta propenso a receber, com falhas ou aberturas.
Podemos assim identificar um doente mental como um que contem os dois fatores necessarios para o surgimento da condicao: um copo vazio e uma garrafa cheia. Eh claro que esta condicao eh uma de incalculavel perigo para a seguranca individual e nacional. Nao se sabe do que doentes mentais sao capazes, alem deles serem completamente desqualificados para o mercado de trabalho. Com sorte, nossa sociedade e sistema judiciario sao ausentes de erro e perfeitamente funcionais. Fazendo assim com que os pobres doentes mentais, que nao tem culpa de ser assim, serm diferenciados de criminosos.
Doentes mentais ganham ajuda do governo atraves de clinicas de tratamento em constraste com o confinamento reconciliatorio oferecido a criminosos em vista da re-introducao dos mesmos ao mercado.
Criminosos podem ir ao mercado. Dizem que nao podem, mas dizem soh pra nao matarem todos de susto. Agora doentes mentais verdadeiramente sao proibidos de frequentarem o mercado. A explicacao eh racional e valida. Criminosos criam pequenos problemas facilmente reparaveis, como o roubo de uma banana. Diferentemente, doentes mentais criam grandes, enormes problemas; guerra de comida e irrestricao na hora de ir no banheiro. Possivelmente sendo seguido por guerra de banheiro e irrestricao na hora de comer. Um monstro assim nao pode andar solto em meio a civilizacao e seus prezados cidadaos.
Portanto fique de olho aberto para possiveis doentes mentais e denuncie-os o mais rapido que puder para a clinica de tratamento mental mais proxima, em vista de que a menor quantidade possivel de dano seja causado. Esta foi mais uma analise em prol da humanidade, e que a mesma destrua irrevogavelmente todos os seus oponentes.
Passividade ativa significa potencialidade de acao. Concluimos a partir disso que se trata de uma condicao infecciosa (senao contagiosa), onde suas propriedades fundamentais sao apenas potenciais ou um bom solo sem sementes. Para que venha a ser ativa necessita de um agente externo, um virus, uma bacteria, cancer ou congestionamento de arterias. Alguma coisa que cause o desequilibrio do sistema.
Subemos (ou descamos) um degrau, para a fonetica. DO - ENCA. DO do verbo dar. Eu do, ele Da. ENCA, pronome demonstrativo, enca doenca eh contagiosa. Doenca, atraves da analise fonetica, nos apresenta a sua natureza como sendo compassiva, compartilhadora, incapaz de existir por ela mesma gracas ao proposito de servir o outro.
MEN - TAL. Atraves da perspectiva americo-cientifica entendemos a palavra como "Homens Altos". Porem nao se engane como os cientistas americanos se enganam. As coisas nao sao tao simples quanto aparentam ser.
Voltando a nossa propria perspectiva. MEN, juncao de eu + meu, pronome demonstrativo, este presente foi dado a men. Tambem pode ser observado como metade de uma expressao exclamatoria, produto de surpresa e causa de atencao. Menino!
TAL, derivado do verbo estar. Eu estou pasmo, voce tal bem? Origem do chines com o significado de "caminho", introduzido na perspectiva americo-cientifica como "voce" e posteriormente re-introduzido como "aquilo".
Temos agora uma boa ideia das propriedades (in)formativas da doenca mental. Agregando os fatores chegamos ao seguinte: A doenca mental eh condicao dependente de um doador e um receptor. Este doador sendo Alto ou significante, encaminhador da condicao. O receptor eh aquele que esta propenso a receber, com falhas ou aberturas.
Podemos assim identificar um doente mental como um que contem os dois fatores necessarios para o surgimento da condicao: um copo vazio e uma garrafa cheia. Eh claro que esta condicao eh uma de incalculavel perigo para a seguranca individual e nacional. Nao se sabe do que doentes mentais sao capazes, alem deles serem completamente desqualificados para o mercado de trabalho. Com sorte, nossa sociedade e sistema judiciario sao ausentes de erro e perfeitamente funcionais. Fazendo assim com que os pobres doentes mentais, que nao tem culpa de ser assim, serm diferenciados de criminosos.
Doentes mentais ganham ajuda do governo atraves de clinicas de tratamento em constraste com o confinamento reconciliatorio oferecido a criminosos em vista da re-introducao dos mesmos ao mercado.
Criminosos podem ir ao mercado. Dizem que nao podem, mas dizem soh pra nao matarem todos de susto. Agora doentes mentais verdadeiramente sao proibidos de frequentarem o mercado. A explicacao eh racional e valida. Criminosos criam pequenos problemas facilmente reparaveis, como o roubo de uma banana. Diferentemente, doentes mentais criam grandes, enormes problemas; guerra de comida e irrestricao na hora de ir no banheiro. Possivelmente sendo seguido por guerra de banheiro e irrestricao na hora de comer. Um monstro assim nao pode andar solto em meio a civilizacao e seus prezados cidadaos.
Portanto fique de olho aberto para possiveis doentes mentais e denuncie-os o mais rapido que puder para a clinica de tratamento mental mais proxima, em vista de que a menor quantidade possivel de dano seja causado. Esta foi mais uma analise em prol da humanidade, e que a mesma destrua irrevogavelmente todos os seus oponentes.
PHD em Urinologia.
Quando eu era menino eu mijava na rua e ninguem percebia. Quando eu cresci, nao podia mais mijar na rua porque todos percebiam. Que coisa estranha as pessoas terem ficado mais observadoras enquanto eu nao mijava. E eu, observava apenas quando mijava (assim nunca percebendo outros mijando na rua - pois eu quando estava na rua nao observava - caminhava). Se todos os outros observavam enquanto nao estavam mijando , o que faziam quando mijavam? E assim comecou o meu tour a mictorios publicos e a minha obsessao profissional.
Fo(a)r - Wo(a)rds -> My Literary Stile
I like to call it Psychedelic Literalism, or Literal Psychedelia. It is bright and illuminates. But it is also dark and obscuring.
The word Psychedelic starts from the latin and means voyage of the soul or soul voyager. And the word psychedelic ends with the C, or with the capability to C. It makes one blind. What is specially incredible about it though is that even the blind can C it. But only when they want to C nothing else, because as they become blind their senses go sensibly wild and strongly demand or evoke their attention.
Every concept has an opposite to make itself valid. Black and white. Natural and Unnatural. Love and Heat. Blue and Orange. Green and Red. Ridiculous and Intelligent. So it is with Psychedelic. But what is its opposite? What makes it valid? It is literalism, or, in more aggressive terms, empirical objectivism.
The soul voyager is open to his adventure and he is devoid of meaning, but that of exploration and perhaps finding other meanings. On the other hand, the literal by-stander is closed. So full of meaning it is that no need of meaning there is. As a consequence, it doesn't move into adventures. It is solid and complete - at least it feels so, until they happen to encounter a voyager. The voyager believes that his completeness lies in his incompleteness, until he meets the by-stander and a doubt arises.
My words are made by both voyager and by-stander, musically interchanging place with each other. The music, only them can hear. What we can experience is their reaction to the music; their dance; their meetings and departures; love-making and fights. It may seem ugly sometimes, but the truth is that they are very much enjoying themselves, doing what they feel it is right to do.
Literal Psychedelia is the union of the concrete and the abstract, the imaginary and the unreal. A challenge to reason for all the reasons available. Perhaps one would do better to partake on Literal Psychedelia with no reason, otherwise knots can be released and create much tension. How contradictory our world is!! To leave all reasons behind for the sake of all reasons! What monsters are we, to cause so much damage to the reasons?!
So what are we left to do with ourselves, these wild beasts incapable of dealing with delicacies? We are to chain ourselves, and become a by-stander, or run away, and become a voyager living by his own means. What is essential is that the beast in us must die. And someone has to kill it.
Is it wise to wait all your life for a lost bullet to collide with your found head, when you could simply end it with one click? How afraid our beastly self is of our killer self. If it doesn't decide to chain itself or run, it will come to bribery. The beast (666 - personal annotation) will give everything it has for his time to be postponed, hoping that the killer will tire off with all the other loose beasts.
Poor beast, so scared of dying, doesn't even realize that the killer would eventually make him as a slave when he had nothing else to give. And then its quite late for easy suicide. Although suicide is always possible and highly recommended for beasts.
Death is a dark subject. Not many people like dark subjects. They say nowadays that dark subjects influence the mind badly and make people be what they are not. That people should only pay attention to bright subjects or what pleases them. This is a big lie, probably created by slavish beasts in the attempt of being the last ones to die.
People who don't like dark are simply people who can't see in the dark. And these people are easy pray, obligated as they are to retire at night. The killer is the bringer of darkness. How could a beast of light escape its destiny of dwelling on the killer's darkness? By accustoming itself to strong light it becomes completely blind in the dark and is unable to run, to chain itself or even suicide. A slave of a slave. What a never ending life that must be. A beast as such looks for fun without knowing what fun is. A torment to himself and all around.
Death may be a dark subject. Perhaps the darkest. But what is the value o darkness without light? You need so much light for so much darkness to be of use. One could say then, through the contradictory foundation of our world (that of communication), that death is the brightest thing of all. So bright it is that people avoid looking at it. It makes the eyes - through which the reason of the empirical objectivist works - hurt and go blind. Just like the Sun and its Psychedelic properties.
How great is the Sun! Giver of warmth and life; never-ending power; benefactor of the manifestation of nature; destroyer of all impurities through ardent desire for justice.
I believe you may be starting to comprehend my feelings, and normally I would stop here for the writing to be picked up in the next page. But I feel that I have given here too much credit to darkness, as I feel that I usually do. Light and Darkness cannot exist one without the other, so I found myself in need of a last explanation.
It will be offered, as an excuse, or a tip, for this unreasonableness of mine to favor darkness, one more picture for the final understanding of my approach and style. Contemplate with me the phenomena know as Solar Eclipse and its brief and sporadic appearance. It makes one day, of all days, become dark as night. But there is no such thing as a night becoming day( long days and long nights perhaps). No other light comes to the Earth as the light of the Sun. Nights are always nights. Unlike days, that are interrupted by solar eclipses.
And this is the Psychedelic Literalism; The Solar Eclipse.
The killer is out and he has blinking multi-colored flashlights.
Beware.
The word Psychedelic starts from the latin and means voyage of the soul or soul voyager. And the word psychedelic ends with the C, or with the capability to C. It makes one blind. What is specially incredible about it though is that even the blind can C it. But only when they want to C nothing else, because as they become blind their senses go sensibly wild and strongly demand or evoke their attention.
Every concept has an opposite to make itself valid. Black and white. Natural and Unnatural. Love and Heat. Blue and Orange. Green and Red. Ridiculous and Intelligent. So it is with Psychedelic. But what is its opposite? What makes it valid? It is literalism, or, in more aggressive terms, empirical objectivism.
The soul voyager is open to his adventure and he is devoid of meaning, but that of exploration and perhaps finding other meanings. On the other hand, the literal by-stander is closed. So full of meaning it is that no need of meaning there is. As a consequence, it doesn't move into adventures. It is solid and complete - at least it feels so, until they happen to encounter a voyager. The voyager believes that his completeness lies in his incompleteness, until he meets the by-stander and a doubt arises.
My words are made by both voyager and by-stander, musically interchanging place with each other. The music, only them can hear. What we can experience is their reaction to the music; their dance; their meetings and departures; love-making and fights. It may seem ugly sometimes, but the truth is that they are very much enjoying themselves, doing what they feel it is right to do.
Literal Psychedelia is the union of the concrete and the abstract, the imaginary and the unreal. A challenge to reason for all the reasons available. Perhaps one would do better to partake on Literal Psychedelia with no reason, otherwise knots can be released and create much tension. How contradictory our world is!! To leave all reasons behind for the sake of all reasons! What monsters are we, to cause so much damage to the reasons?!
So what are we left to do with ourselves, these wild beasts incapable of dealing with delicacies? We are to chain ourselves, and become a by-stander, or run away, and become a voyager living by his own means. What is essential is that the beast in us must die. And someone has to kill it.
Is it wise to wait all your life for a lost bullet to collide with your found head, when you could simply end it with one click? How afraid our beastly self is of our killer self. If it doesn't decide to chain itself or run, it will come to bribery. The beast (666 - personal annotation) will give everything it has for his time to be postponed, hoping that the killer will tire off with all the other loose beasts.
Poor beast, so scared of dying, doesn't even realize that the killer would eventually make him as a slave when he had nothing else to give. And then its quite late for easy suicide. Although suicide is always possible and highly recommended for beasts.
Death is a dark subject. Not many people like dark subjects. They say nowadays that dark subjects influence the mind badly and make people be what they are not. That people should only pay attention to bright subjects or what pleases them. This is a big lie, probably created by slavish beasts in the attempt of being the last ones to die.
People who don't like dark are simply people who can't see in the dark. And these people are easy pray, obligated as they are to retire at night. The killer is the bringer of darkness. How could a beast of light escape its destiny of dwelling on the killer's darkness? By accustoming itself to strong light it becomes completely blind in the dark and is unable to run, to chain itself or even suicide. A slave of a slave. What a never ending life that must be. A beast as such looks for fun without knowing what fun is. A torment to himself and all around.
Death may be a dark subject. Perhaps the darkest. But what is the value o darkness without light? You need so much light for so much darkness to be of use. One could say then, through the contradictory foundation of our world (that of communication), that death is the brightest thing of all. So bright it is that people avoid looking at it. It makes the eyes - through which the reason of the empirical objectivist works - hurt and go blind. Just like the Sun and its Psychedelic properties.
How great is the Sun! Giver of warmth and life; never-ending power; benefactor of the manifestation of nature; destroyer of all impurities through ardent desire for justice.
I believe you may be starting to comprehend my feelings, and normally I would stop here for the writing to be picked up in the next page. But I feel that I have given here too much credit to darkness, as I feel that I usually do. Light and Darkness cannot exist one without the other, so I found myself in need of a last explanation.
It will be offered, as an excuse, or a tip, for this unreasonableness of mine to favor darkness, one more picture for the final understanding of my approach and style. Contemplate with me the phenomena know as Solar Eclipse and its brief and sporadic appearance. It makes one day, of all days, become dark as night. But there is no such thing as a night becoming day( long days and long nights perhaps). No other light comes to the Earth as the light of the Sun. Nights are always nights. Unlike days, that are interrupted by solar eclipses.
And this is the Psychedelic Literalism; The Solar Eclipse.
The killer is out and he has blinking multi-colored flashlights.
Beware.
Escrever
Acho que descobri minha aptidao. Algo que eu sempre fiz mas nunca percebi fazer - nunca percebi meu prazer em fazer. Funciona como um emulsificador ou absorvedor de impactos e choques. Transplante energetico entre as dualidades universais. Que se expandem em muito mais.
Escritor sempre fui, mas por algum motivo ate entao nao o havia realizado. Ouso dizer que o que me mantinha de perceber, ou continha as palavras em mim, era o meu orgulho egoista, senao a minha vergonha. (Vergonha. Que palavra engracada).
Nem todos sao escritores. A verdade eh que muitos poucos sao, apesar de quase todos escreverem. Isso me foi interpretado como uma situacao constrangedora, ao mesmo tempo que uma oportunidade e bencao.
Num mundo de palavras e livros, de criadores, criacoes e criaturas, carateres e caricaturas, vi-me uma vitima e um vitimizador tentando apenas (como se fosse pouca coisa) minimizar a imensa dor. Inocente. Demasiado sensivel, eu era. (E uma parte de mim diz que ainda sou)
Entao criou-se um terceiro partido, entre o mundo de dentro e o mundo de fora, quando foi finalmente realizado que partidos podem ser criados. Antes disso, o que existia, era o que conhecemos como Guerra Fria.
Esse terceiro partido eh o que voces presentemente estao lendo. Vendo. Ouvindo. Sentindo. Pensando. Tentando entender. Eh arte.
Escritor sempre fui, mas por algum motivo ate entao nao o havia realizado. Ouso dizer que o que me mantinha de perceber, ou continha as palavras em mim, era o meu orgulho egoista, senao a minha vergonha. (Vergonha. Que palavra engracada).
Nem todos sao escritores. A verdade eh que muitos poucos sao, apesar de quase todos escreverem. Isso me foi interpretado como uma situacao constrangedora, ao mesmo tempo que uma oportunidade e bencao.
Num mundo de palavras e livros, de criadores, criacoes e criaturas, carateres e caricaturas, vi-me uma vitima e um vitimizador tentando apenas (como se fosse pouca coisa) minimizar a imensa dor. Inocente. Demasiado sensivel, eu era. (E uma parte de mim diz que ainda sou)
Entao criou-se um terceiro partido, entre o mundo de dentro e o mundo de fora, quando foi finalmente realizado que partidos podem ser criados. Antes disso, o que existia, era o que conhecemos como Guerra Fria.
Esse terceiro partido eh o que voces presentemente estao lendo. Vendo. Ouvindo. Sentindo. Pensando. Tentando entender. Eh arte.
Brainstorm: Greve no Nepal, Update no Blog
Hoje faz 6 dias que a greve comecou. Nepal inteiro parado em virtude de briga politica. Maoistas fazendo arruaca. Nenhum onibus, nenhum carro nas ruas. Tudo fechado. Apenas das 6 as 8 da noite lojas abrem pra alimentar os grevistas. Eu, acostado num morro, tendo toda a cidade de Pokhara como minha janela, me retiro ate entao e escrevo, escrevo, escrevo. Incessantemente. Pausa apenas para comer, fumar e beber, e ler, claro. Como eu poderia desenvolver minha escrita se nao lendo? Entao agora o blog toma um novo rumo, com tanto material que tenho produzido e sinto que continuarei produzindo. Faltarao acentos, porem o show precisa continuar. E que a pouca plateia fique de pe, sentado, invisivel, como quiser...
Tuesday, December 15, 2009
Introducao a India
Sem acentos. Direto porem sutilmente suave. O pensar se tornou um grande problema, ou melhor o pensar se tornou uma grande questao para se pensar sobre. Problemas sao apenas desafios. Inegavelmente o excesso de pensar torna-se contra-produtivo, principalmente quando se esta viajando sem nenhuma base onde decisoes que certamente irao mudar a sua vida precisam ser feitas diariamente. O pensar entao torna-se uma ferremanta especializada, apenas para momentos cruciais de perigo eminente. O momento eh a unica coisa significante. Mas quao grande eh esse momento? Um meio-plano e suficiente, e preciso ir com o fluxo ou entao fica-se preso em si mesmo, depravado de experimentar o aleatorio. O momento auto cria-se se assim voce o permite. Porem e tambem interessante pedir permissao ao momento para molda-lo, expressar-se e essencial.
Thursday, September 24, 2009
Corram! Corram!
Todos dizem, pedem, suplicam, comandam.
Corram, corram, é preciso correr! Você não vê como estou correndo?
E não hão de cessar, não hão de te deixar em paz.
Estão mais interessados em ter companhia do que correr, mas só sabem falar sobre correr, porque é sobre correr que todos falaram quando cresceram.
Corram, corram, é preciso correr! Você não vê como estou correndo?
E não hão de cessar, não hão de te deixar em paz.
Estão mais interessados em ter companhia do que correr, mas só sabem falar sobre correr, porque é sobre correr que todos falaram quando cresceram.
Saturday, July 25, 2009
Amostras do Eterno Invisível Absoluto.
Lá se foi a última maciça gota verde do meu fabuloso e companheiro estoque de bolso.
Enganado por pouco, pois as diversões favoritas do Eterno Invisível Absoluto são pique-esconde, jogo da memória (não-convencional) e teatro (que seja entendido como o ato de criar um espetáculo), achei que estava perdido por não perceber que a divisão entre trabalho e diversão é apenas ilusória; mais uma parte do show de mágica, de ilusão. A aplicação de um limite não-existente para que as limitações aparentem ser mais reais. E com a idéia de limitações intrínsicas e indesviáveis surge a auto-castração, o pessimismo.
Como é possível estar perdido se não estou fugindo e sim procurando? Se procuro é porque o conhecido não me satisfaz. O desconhecido então se faz necessário. A "perdição" é a única solução.
Não é conveniente admitir estar perdido quando esta aparente desnorteação é apenas uma opção, uma escolha, o mais puro do voluntariarismo. A qualquer momento posso pedir "bússulas" emprestadas. No entanto essas bússulas parecem ser um tanto quanto ineficientes. Todos tem bússulas que adoram exibir e usar como escudo, porém todos não param de correr; parecem nunca chegar aonde querem chegar. Me pergunto se também estão a procura de algo fora ou se apenas fogem. (Tenha em mente que a procura pela segurança é apenas uma máscara construída pelo orgulho pra que a fuga e o medo sejam camuflados).
Apesar da momentânea solenidade em relação à dissipação da gota verde, rápidamente percebi que a essência da gota foi mantida pela imensa e prolongada pasta azulada.
Percebi muito mais. Percebi que a essência é sempre mantida. Esta é definição de essência: imutável. Se um dia acharmos que a essência se perdeu provávelmente estaremos confuso sobre a natureza da essência, certamente as bolas estarão sendo trocadas. As cores e as consistências estão sempre trabalhando em parceria pela graça do imutável. São as pequenas amostras e diversificações da unidade que estimuladas pelo cooperativismo sensitivo expõe a grandiosidade inconcebível do Eterno Invisível Absoluto.
Enganado por pouco, pois as diversões favoritas do Eterno Invisível Absoluto são pique-esconde, jogo da memória (não-convencional) e teatro (que seja entendido como o ato de criar um espetáculo), achei que estava perdido por não perceber que a divisão entre trabalho e diversão é apenas ilusória; mais uma parte do show de mágica, de ilusão. A aplicação de um limite não-existente para que as limitações aparentem ser mais reais. E com a idéia de limitações intrínsicas e indesviáveis surge a auto-castração, o pessimismo.
Como é possível estar perdido se não estou fugindo e sim procurando? Se procuro é porque o conhecido não me satisfaz. O desconhecido então se faz necessário. A "perdição" é a única solução.
Não é conveniente admitir estar perdido quando esta aparente desnorteação é apenas uma opção, uma escolha, o mais puro do voluntariarismo. A qualquer momento posso pedir "bússulas" emprestadas. No entanto essas bússulas parecem ser um tanto quanto ineficientes. Todos tem bússulas que adoram exibir e usar como escudo, porém todos não param de correr; parecem nunca chegar aonde querem chegar. Me pergunto se também estão a procura de algo fora ou se apenas fogem. (Tenha em mente que a procura pela segurança é apenas uma máscara construída pelo orgulho pra que a fuga e o medo sejam camuflados).
Apesar da momentânea solenidade em relação à dissipação da gota verde, rápidamente percebi que a essência da gota foi mantida pela imensa e prolongada pasta azulada.
Percebi muito mais. Percebi que a essência é sempre mantida. Esta é definição de essência: imutável. Se um dia acharmos que a essência se perdeu provávelmente estaremos confuso sobre a natureza da essência, certamente as bolas estarão sendo trocadas. As cores e as consistências estão sempre trabalhando em parceria pela graça do imutável. São as pequenas amostras e diversificações da unidade que estimuladas pelo cooperativismo sensitivo expõe a grandiosidade inconcebível do Eterno Invisível Absoluto.
Monday, July 20, 2009
Instintos
Meus instintos fazem-me tremer na base
Minha paz e minha tranqüilidade
São perigosamente ameaçados
Meu foco é desvirtuado
Pensamentos são seguidos por emoções
Que inevitávelmente me distraem
Sou sugado ao sofrimento da cegueira
Esta cegueira que me faz tropeçar
Em tantas abelhas-operárias
Que se interrompidas
Sacrificam-se pela vingança
Minha paz e minha tranqüilidade
São perigosamente ameaçados
Meu foco é desvirtuado
Pensamentos são seguidos por emoções
Que inevitávelmente me distraem
Sou sugado ao sofrimento da cegueira
Esta cegueira que me faz tropeçar
Em tantas abelhas-operárias
Que se interrompidas
Sacrificam-se pela vingança
Friday, July 10, 2009
Depressão
Vales e montanhas
Colinas e aranhas
Pestes do submundo
São essenciais
Para alcançar o fim, o fundo
O escuro nos cega
O silêncio grita
O mundo nos imita
Mergulhemos no obsoleto
E junto irão todos os sonhos
Todas as realidades
Toda arte
Colinas e aranhas
Pestes do submundo
São essenciais
Para alcançar o fim, o fundo
O escuro nos cega
O silêncio grita
O mundo nos imita
Mergulhemos no obsoleto
E junto irão todos os sonhos
Todas as realidades
Toda arte
Friday, June 19, 2009
Primeiro Contato?
Eu vivi uma ramificação planar. Conscientemente deixei o meu corpo e mergulhei num oceano de nada. Não havia nada para se ver, nada para se tocar, nada para ouvir. Era uma vastidão preta infinita onde a única variável relevante eram meus pensamentos e a minha intenção. Interessante é que eu sentia que me movia pelo nada, era apenas uma intuição pois todos meus sentidos estavam desligados. Eu sabia que estava voando pelo oceano de nada, sendo apenas uma idéia, livre da jaula de carne e osso.
Voando pelo nada eu decidi procurar pelo seu limite. Não precisei de muito tempo para achar uma pequena luz piscante bem próxima. Foi a primeira vez que algum sentido meu funcionou nesse plano. Eu segui a luz, estava curioso para saber mais. Quanto mais perto eu chegava mais devagar a luz demorava pra piscar e maior ela ficava. Até que cheguei tão perto que podia tocá-la. E foi exatamente isso que fiz. Mas não foi apenas um toque, foi uma imersão. Eu era apenas um conglomerado homogêneo de conceitos. E mergulhei na aparente esfera luminosa.
Imediatamente todas as perspectivas e referências mudaram, meus sentidos começaram a acordar e eu me vi literalmente emergindo em outro plano físico, diferente daquele de onde comecei. Enquanto emergia do chão e olhava para cima, vi que estavam à minha volta como se estivesse me esperando em torno de 8 seres acinzentados com grandes olhos negros. Assim que percebi esses seres a minha razão desapareceu. Um medo irracional e primitivo tomou conta de mim. Instintivamente eu senti que aquelas criaturas eram hostis e estavam prestes a me capturar para praticarem seus experimentos sádicos.
Parei de emergir àquele plano físico misterioso e voltei para o plano do nada. Voava pelo plano do nada (que eu aqui começarei a chamar de plano telepático tendo em vista que a única coisa existente no plano eram conceitos e idéias) incrívelmente mais rápido do que antes. Eu não era mais um explorador agora, eu era um fugitivo. E eu senti que algumas das criaturas me perseguiam no plano telepático. Eu sentia a sua presença. Mergulhei de volta no plano físico em que comecei, voltei ao meu corpo, que estava tremendo de medo. Demorei alguns segundos pra organizar toda a experiência na minha mente e enquanto isso acontecia eu comecei a ver as tais criaturas se materializando aqui. Elas pareciam tomar forma nas paredes e meu medo parecia alimentar a sua insistente perseguição. Quanto mais medo eu tinha mais real e física as formas ficavam.
Tive que me concentrar para extinguir o medo e só assim fui capaz de me defender das criaturas.
Deixando o que quer que acontecesse acontecer, consegui o que eu mais queria, segurança.
Voando pelo nada eu decidi procurar pelo seu limite. Não precisei de muito tempo para achar uma pequena luz piscante bem próxima. Foi a primeira vez que algum sentido meu funcionou nesse plano. Eu segui a luz, estava curioso para saber mais. Quanto mais perto eu chegava mais devagar a luz demorava pra piscar e maior ela ficava. Até que cheguei tão perto que podia tocá-la. E foi exatamente isso que fiz. Mas não foi apenas um toque, foi uma imersão. Eu era apenas um conglomerado homogêneo de conceitos. E mergulhei na aparente esfera luminosa.
Imediatamente todas as perspectivas e referências mudaram, meus sentidos começaram a acordar e eu me vi literalmente emergindo em outro plano físico, diferente daquele de onde comecei. Enquanto emergia do chão e olhava para cima, vi que estavam à minha volta como se estivesse me esperando em torno de 8 seres acinzentados com grandes olhos negros. Assim que percebi esses seres a minha razão desapareceu. Um medo irracional e primitivo tomou conta de mim. Instintivamente eu senti que aquelas criaturas eram hostis e estavam prestes a me capturar para praticarem seus experimentos sádicos.
Parei de emergir àquele plano físico misterioso e voltei para o plano do nada. Voava pelo plano do nada (que eu aqui começarei a chamar de plano telepático tendo em vista que a única coisa existente no plano eram conceitos e idéias) incrívelmente mais rápido do que antes. Eu não era mais um explorador agora, eu era um fugitivo. E eu senti que algumas das criaturas me perseguiam no plano telepático. Eu sentia a sua presença. Mergulhei de volta no plano físico em que comecei, voltei ao meu corpo, que estava tremendo de medo. Demorei alguns segundos pra organizar toda a experiência na minha mente e enquanto isso acontecia eu comecei a ver as tais criaturas se materializando aqui. Elas pareciam tomar forma nas paredes e meu medo parecia alimentar a sua insistente perseguição. Quanto mais medo eu tinha mais real e física as formas ficavam.
Tive que me concentrar para extinguir o medo e só assim fui capaz de me defender das criaturas.
Deixando o que quer que acontecesse acontecer, consegui o que eu mais queria, segurança.
Monday, April 6, 2009
Conversations with them.
They say I think too much.
But they don't realize they are only making me think more.
I tell them they don't think enough.
But they pretend they are deaf and just ignore.
I share my lack of interest.
I explain the way I feel.
I try to reason my incompatibility.
Hoping that once again a connection will be made.
All in vein.
What I receive as feedback are mere self-contradictory judgments about how I am judgmental.
I can't say that people are like this or like that. But the people who feel offended by what I say have the right to say that I am like this or like that?
Why so many unnecessary shields against imminent changes?
But they don't realize they are only making me think more.
I tell them they don't think enough.
But they pretend they are deaf and just ignore.
I share my lack of interest.
I explain the way I feel.
I try to reason my incompatibility.
Hoping that once again a connection will be made.
All in vein.
What I receive as feedback are mere self-contradictory judgments about how I am judgmental.
I can't say that people are like this or like that. But the people who feel offended by what I say have the right to say that I am like this or like that?
Why so many unnecessary shields against imminent changes?
Wednesday, March 25, 2009
Desentendimentos e esclarecimentos.
É engraçado como as coisas são. Engraçado pra quando estamos de bom humor, revoltante pra quando estamos de mau humor.
A revolta geralmente tende a acontecer pela ignorância. Mas é uma ignorância parcial. Um olho fechado e outro aberto. Ter os olhos abertos significa saber o que é importante. Ter os dois olhos abertos é uma alusão a saber a importância da totalidade, ou a totalidade do importante. Ter apenas um dos olhos abertos é reconhecer a importância de apenas metade das coisas que deveriam ser reconhecidas como importantes.
Voltando à graça das coisas, é dito que THC inibe a memória imediata. É de fato científicamente comprovado que o cérebro funciona diferentemente sob efeito da maconha, mas acredito eu que os termos normalmente usados para descrever o estado alterado de consciência produzido pelos canabinóides são confusos e inadequados. Perder a memória é um termo muito abrangente e generalizante e ao meu ver deveria apenas ser usado para casos extremos, como por exemplo para descrever o que alguém que sofre de Alzheimer experiencia. Ou então o que muitos experienciam através do uso exagerado de álcool.
O que acontece com os usuários de maconha é completamente diferente. Eles se esquecem de coisas? Sim. Porém esquecem-se apenas do que não é importante. E isso acontece apenas com quem precisa lembrar do que é realmente importante. Quem não precisa ser relembrado do que é importante não esquece de absolutamente nada.
A planta força a abertura dos olhos. E pra quem tende a andar de olhos fechados a primeira análise sobre o novo estado é de que há algo errado, as coisas não são como eram antes e isso assusta quem não está acostumado a experimentar mudanças.
Freqüentemente usuários de maconha são tachados como "lentos". Mas o que realmente se passa? A pessoa sob efeito da cannabis está apenas muito concetrada no que é importante. Quando outra pessoa intervém ou a julga como sendo "lenta" está de certa forma obrigando-a a prestar atenção no que não é importante. O próprio julgamente é prova de que a pessoa que o faz está prestando atenção no que não é importante (e daí que o outro está "lento"?). Já reparou como monges são também "lentos"? Porém quando estamos tratando de monges usamos as palavras "zen", "calma", "tranqüilidade". Por que os mesmos termos não podem ser usados para os usuários de maconha?
Então, quando cientistas dizem que a memória é perdida quando se está sob efeito da maconha, que memória exatamente está sendo perdida? O que estamos esquecendo? Estamos esquecendo de que precisamos trabalhar e ganhar dinheiro? De que precisamos sustentar o sistema? Estamos esquecendo de que não somos livres? De que somos escravos dos grandes poderes que fazem o mundo ser o que é? Estamos esquecendo do quão miserável somos? Estamos esquecendo de que não somos donos das nossas próprias vidas? Sim, estamos esquecendo disso tudo. Isso tudo que nunca deveria ter sido aprendido, que nunca deveria ter sido tomado como verdade.
Pra acabar com todo esse desentendimento sobre a maconha por que não começamos a nos referir a ela como algo que nos relembra em vez de algo que nos faz esquecer? Ela nos relembra do que é realmente importante. E o que é importante? O importante é que estamos aqui.
A revolta geralmente tende a acontecer pela ignorância. Mas é uma ignorância parcial. Um olho fechado e outro aberto. Ter os olhos abertos significa saber o que é importante. Ter os dois olhos abertos é uma alusão a saber a importância da totalidade, ou a totalidade do importante. Ter apenas um dos olhos abertos é reconhecer a importância de apenas metade das coisas que deveriam ser reconhecidas como importantes.
Voltando à graça das coisas, é dito que THC inibe a memória imediata. É de fato científicamente comprovado que o cérebro funciona diferentemente sob efeito da maconha, mas acredito eu que os termos normalmente usados para descrever o estado alterado de consciência produzido pelos canabinóides são confusos e inadequados. Perder a memória é um termo muito abrangente e generalizante e ao meu ver deveria apenas ser usado para casos extremos, como por exemplo para descrever o que alguém que sofre de Alzheimer experiencia. Ou então o que muitos experienciam através do uso exagerado de álcool.
O que acontece com os usuários de maconha é completamente diferente. Eles se esquecem de coisas? Sim. Porém esquecem-se apenas do que não é importante. E isso acontece apenas com quem precisa lembrar do que é realmente importante. Quem não precisa ser relembrado do que é importante não esquece de absolutamente nada.
A planta força a abertura dos olhos. E pra quem tende a andar de olhos fechados a primeira análise sobre o novo estado é de que há algo errado, as coisas não são como eram antes e isso assusta quem não está acostumado a experimentar mudanças.
Freqüentemente usuários de maconha são tachados como "lentos". Mas o que realmente se passa? A pessoa sob efeito da cannabis está apenas muito concetrada no que é importante. Quando outra pessoa intervém ou a julga como sendo "lenta" está de certa forma obrigando-a a prestar atenção no que não é importante. O próprio julgamente é prova de que a pessoa que o faz está prestando atenção no que não é importante (e daí que o outro está "lento"?). Já reparou como monges são também "lentos"? Porém quando estamos tratando de monges usamos as palavras "zen", "calma", "tranqüilidade". Por que os mesmos termos não podem ser usados para os usuários de maconha?
Então, quando cientistas dizem que a memória é perdida quando se está sob efeito da maconha, que memória exatamente está sendo perdida? O que estamos esquecendo? Estamos esquecendo de que precisamos trabalhar e ganhar dinheiro? De que precisamos sustentar o sistema? Estamos esquecendo de que não somos livres? De que somos escravos dos grandes poderes que fazem o mundo ser o que é? Estamos esquecendo do quão miserável somos? Estamos esquecendo de que não somos donos das nossas próprias vidas? Sim, estamos esquecendo disso tudo. Isso tudo que nunca deveria ter sido aprendido, que nunca deveria ter sido tomado como verdade.
Pra acabar com todo esse desentendimento sobre a maconha por que não começamos a nos referir a ela como algo que nos relembra em vez de algo que nos faz esquecer? Ela nos relembra do que é realmente importante. E o que é importante? O importante é que estamos aqui.
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